Nesta quarta-feira (7), o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou posicionamento de Flávio Bolsonaro, senador e candidato do PL à presidência, a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala de trabalho 6×1. Lula desafiou Bolsonaro a votar favoravelmente à proposta que propõe a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com um dia adicional de descanso. Durante uma plenária do PT, Lula enfatizou a importância de acompanhar como Bolsonaro votaria na questão.
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Bolsonaro, por sua vez, manifestou sua oposição ao formato atual da proposta, defendendo que a liberdade de escolha da jornada de trabalho deve ser priorizada. Ele propõe que cada trabalhador tenha a autonomia para organizar sua carga horária de acordo com suas necessidades pessoais, permitindo que escolha se deseja trabalhar mais ou menos.
A PEC foi oficialmente discutida no Senado, com a previsão de votação em primeiro turno agendada para o dia 15 de outubro, como parte de um calendário proposto pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Esta questão se tornou um ponto focal na disputa eleitoral entre Lula e Bolsonaro, marcada para 25 de outubro.
Além da PEC sobre a jornada de trabalho, Lula também defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, que busca fortalecer a colaboração entre diferentes níveis de governo no combate ao crime organizado. Lula destacou a necessidade de expandir as capacidades das forças policiais e de transformar 138 unidades prisionais em presídios de segurança máxima, completando sua proposta com a criação de um Ministério da Segurança Pública. Ele resumiu sua política de segurança com o lema: “Para o povo trabalhador: proteção; para o bandido: prisão.”







