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BAMIN reúne representantes da Comissão de Acompanhamento do Empreendimento Pedra de Ferro

Encontros acontecem desde 2010 e fazem parte da política de transparência da empresa

Salvador, 17 de dezembro de 2021 – A BAMIN possui como pilares a transparência e o diálogo aberto com a sociedade. Por isto, mantém, desde 2010, uma Comissão de Acompanhamento do Empreendimento Pedra de Ferro (CAE), composta por 36 participantes que representam 18 entidades dos diversos setores como poder público, sociedade civil, empresários, sindicatos e associações dentre outros. No dia 30 de novembro, a empresa promoveu a última reunião do ano, para atualizar a comissão sobre o projeto e também celebrar e agradecer pelo empenho e dedicação da CAE junto ao empreendimento. Desta vez presencial, a reunião aconteceu na Mina Pedra de Ferro, incluindo visitas às áreas de operação e terminou com uma confraternização no Centro de Conservação Pedra de Ferro.

“Todo empreendimento precisa de uma licença fundamental, que é a licença social. E para isto é necessária uma comunicação prévia, transparente, para que as comunidades do entorno conheçam bem o projeto e entendam todos os seus benefícios, para elas, para o município e para o Estado”, avalia o Diretor de Operações da Mina, Fernando Carneiro.

O diretor explicou toda a operação de extração do minério, o potencial da mina e falou dos resultados de um ano de operação numa apresentação feita no mirante com vista panorâmica da mina. Os participantes conheceram, ainda, a usina onde ocorre o processo de beneficiamento a seco do minério. Depois, já no auditório, os representantes da CAE puderam conhecer e tirar dúvidas sobre o projeto da FIOL com o Diretor de Operações de Ferrovia, Gustavo Cota, que fez uma apresentação online.

Representatividade

A última reunião e a segunda presencial deste ano – as outras foram online por conta da pandemia – contou com 21 participantes, representando 13 entidades e pela primeira vez foi dentro da área operacional. “Momentos com a CAE são de fundamental importância para que toda a sociedade, que é representada pela CAE, possa conhecer e acompanhar o processo que a BAMIN vem realizando. É um grupo muito comprometido e dedicado e nossa meta para 2022 é duplicar os nossos encontros e reuniões para que possamos juntos acompanhar e ajudar a concretizar este maravilhoso projeto para toda região, deixando assim um legado vivo para um futuro próximo. O diálogo e a transparência são sem dúvidas a melhor maneira de se escrever uma história”, avalia o gerente geral de Meio Ambiente e Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Marcelo Dultra.

Para o Secretário de Meio Ambiente de Caetité, Henrique Portela, a BAMIN é um exemplo quando se trata de transparência. “Estou na Comissão há um ano, mas a administração de Caetité sempre teve uma relação muito próxima com a BAMIN. Já tive oportunidade de visitar a mina, juntamente com Inema, e conhecer de perto os processos. É muito importante que um empreendimento deste porte tenha uma gestão transparente e um estreitamento de relações com o poder público, pois precisamos de informações para dar as respostas que a sociedade precisa. A CAE é um exemplo desta transparência”, afirma.

O Secretário de Meio Ambiente de Pindaí Filipe Feliz Teixeira, avalia as responsabilidades sociais da empresa. “Pelo tamanho do empreendimento, os impactos são enormes. Então precisamos que a empresa garanta a proteção do meio ambiente, se preocupe com o apoio às comunidades e deixe um legado de independência financeira”, analisa. “Começamos na Comissão este ano, na nova gestão, e o objetivo é estreitar relações e fazer o acompanhamento socioambiental de perto. Estes encontros são importantes para termos informações transparentes”, conclui.

Representando a Câmara Municipal de Caetité, o Vereador Mário Rebouças avalia que a importância da CAE está na transparência e na segurança das informações. “Como representante do povo, a gente ouve todas as críticas e preocupações, como as ambientais, por exemplo, mas também vê os fatores positivos, principalmente na economia. Estas reuniões são importantes, pois a gente só pode avaliar bem com acesso às informações reais e aqui temos um canal de comunicação e transparência”, conclui.

Garantir a convivência entre o empreendimento e as outras atividades é a principal preocupação de Gilson Pereira Fraga, representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caetité, entidade com mais de 8 mil sindicalizados. “A gente vem acompanhando o projeto há muito tempo, porque precisamos também da agricultura, de assistência técnica. Nossa preocupação é que o projeto não prejudique os agricultores, diz.

Quem também acompanha o projeto de perto e está na CAE há 5 anos representando a sociedade civil, é a proprietária do Hotel Le Park, Sônia Regina Silva Lima. “É importantíssimo para a sociedade a participação na CAE, pois podemos ser multiplicadores das informações corretas, pois aqui temos acesso às informações fidedignas direto na fonte”. A empresária diz que a Comissão é importante para a empresa ouvir as preocupações e demandas da sociedade e para disseminar informações corretas.

A presidente da Cooperativa de Trabalho de Coleta Seletiva dos Catadores de Caetité (Coopercicli), que nasceu do Projeto Circuito do Lixo, desenvolvido pela BAMIN, Edilene Luiza Oliveira Alves, e o presidente do conselho Paulo Alves Trentin, avaliam que a CAE cumpre o papel de esclarecer a sociedade. “Quando compreendemos o projeto e vemos o cuidado com as pessoas, podemos ser testemunhas destes cuidados. Também podemos fiscalizar melhor as ações da empresa”, diz Trentin.

“Estas reuniões da Comissão são importantíssimas para um diálogo transparente, mas precisamos evoluir em outros temas”, avalia o diretor Fernando Carneiro. “No encontro de hoje já trouxemos o tema FIOL e os resultados de um ano de operação e isto vai enriquecendo a Comissão”, conclui.

O encerramento, no Centro de Conservação Pedra de Ferro, teve almoço de confraternização, homenagem aos participantes com entrega de placas e cestas com produtos oriundos do Projeto Transformar, outro projeto social da BAMIN que tem como foco incentivar o empreendedorismo e gerar emprego e renda. A reunião presencial foi realizada seguindo todos os protocolos de segurança em relação ao Covid-19

SOBRE A BAMIN
Há 16 anos a BAMIN está presente no Brasil, investindo continuamente em seus negócios, que incluem a Mina Pedra de Ferro, na região de Caetité, o Porto Sul, em Ilhéus, e agora com o trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste – FIOL. A empresa faz parte do Eurasian Resources Group (ERG), líder em mineração, metais e logística. O ERG é também o maior operador de transportes da Ásia Central, com ampla experiência em ferrovias.

Por Aloísio Pontes Darana Rp / Foto: ASCOM

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